30/01/2006

Regrita invisível poeta humano desreconhecido
Aquele grito imóvel, cheio de si mas vazio de tudo o demais.
Talvez seja uma reação, uma contorção munchiana
À internet, esse demais de tudo vazio de si.
À internet, esse demais de todo o vazio de si.
À internet, esses zeros e 1s e 0s e... e ninguém e ninguém e ninguém e nenhum.