13/03/2005

Afinal finalmente fina poesia

Oi. Estou ao mesmo tempo muito feliz pela Paula Corrêa (a poetisa cujo link para seu blog encontra-se na barra da direita (na parte "Blogs de pessoas que admiro")) e triste por estar longe de todo mundo, aqui em São Carlos. Feliz por ela porque ela apareceu não em apenas uma, mas em duas matérias do famigerado e famigerante caderno LINK do Estadão. Embora isso tenha acontecido Segunda Feira, eu só pude ler as reportagens nesse final de semana, ao visitar São Paulo.
Então, nessa onda de poesia, acabei fazendo uma também. Talvez a poesia mais agressiva que já escrevi - é quase um insulto politizado poetizado, semicriptografado. Sim, (vocês já devem ter percebido que eu adoro começar uma frase com "Sim,") nesse tribunal do rei escarlate cansei-me de ser o réu e resolvi julgar (-risada diabólica-).

Defecção (Cor Eu) em Si Maior:

A cor do social mudou de cor.
É a cor do pessoal que faz tudo virar bosta
Pessoal da privada: defecação.

A cor do social
Com trato social
Diferenciado
Vvery Vvip ffu uaghch!
Verde Catarse. Saúde!
O que for Ceará (Cor onerado)

Uniremos e Urinamos
Pela invasão marxiana
Pra DESTRUIR de vez
Esse planeta dos Macarthos
Mas a cor da minha filha (não sejamos ingênuos)
E veja a cor da situação:
Sinal Vermelho pra sina Vermelha
Cor por ações (e ações) que avermelham e amarelam nosso planeta (Azul)
Planeta de Mc Cacos

Salve-salvemos as ações e cores que sabemos de Cor
E as pessoas de Cor
Salvemos nossa população de ira
E nossa constituição traída, oca
Busquemos a reta, a rente
Emos sem medo
Ramos como céu pra buscar...
Não deixemos de ar em nossos pescoços tados pelo por ativismo
Ódio à ja brasileira de nos rompidos
(-todos nós somos até que tudo mude)