Minha Pasárgada dos doces lábios
"E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada"
(Estrofe final do poema “Vou-me Embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira)
Quando de noite me dá vontade de me matar, lembro-me que foi uma escolha minha, assim como posso escolher outra coisa. Minha onipotência beira a dos suicidas. Eu desejo tudo que se passa comigo. Um desejo contrário me levaria a outros lugares, outras Pasárgadas. Foi uma lição muito bem aprendida, nas palavras do sábio personagem dos quadrinhos “Sandman” - Que poder teria o Inferno, se os lá aprisionados não pudessem sonhar o Céu?
(gostaria de poder explicar isso de maneira menos ambígua, confusa e contraditória, mas não há como)
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada"
(Estrofe final do poema “Vou-me Embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira)
Quando de noite me dá vontade de me matar, lembro-me que foi uma escolha minha, assim como posso escolher outra coisa. Minha onipotência beira a dos suicidas. Eu desejo tudo que se passa comigo. Um desejo contrário me levaria a outros lugares, outras Pasárgadas. Foi uma lição muito bem aprendida, nas palavras do sábio personagem dos quadrinhos “Sandman” - Que poder teria o Inferno, se os lá aprisionados não pudessem sonhar o Céu?
(gostaria de poder explicar isso de maneira menos ambígua, confusa e contraditória, mas não há como)

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