26/03/2005

Minha Pasárgada dos doces lábios

"E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada"

(Estrofe final do poema “Vou-me Embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira)

Quando de noite me dá vontade de me matar, lembro-me que foi uma escolha minha, assim como posso escolher outra coisa. Minha onipotência beira a dos suicidas. Eu desejo tudo que se passa comigo. Um desejo contrário me levaria a outros lugares, outras Pasárgadas. Foi uma lição muito bem aprendida, nas palavras do sábio personagem dos quadrinhos “Sandman” - Que poder teria o Inferno, se os lá aprisionados não pudessem sonhar o Céu?

(gostaria de poder explicar isso de maneira menos ambígua, confusa e contraditória, mas não há como)

22/03/2005

Heavy ConstruKction

Estou trabalhando em um novo projeto, explorando uma forma de comunicação há pouco redescoberta por mim. Por isso estou atualizando tão pouco o blog. Nesses dias eu tive um colapso, uma súbita epifania de que as mentes humanas estão em um quarto estado do movimento, isso é: não estão flutuando, nem em "MRU", nem acelerando. Estamos procurando algo sólido, algum apoio, mas tudo a nosso redor é nada - não, não existem objetos sólidos, nem líquidos, nem gasosos - não existem objetos! Tudo pode ser dito a respeito de tudo (pois tudo é feito de nada). Esse vazio existencial me atormentou durante o dia, mas depois de reler o livro "Partículas de Deus" (de Scott Adams, que eu já mencionei no blog), um livro que se propõe exatamente a tirar todos os apoios e deixar o leitor mais perdido ainda, consegui me tranqüilizar. O turbilhão de pensamentos que estupravam minha mente cessaram (no mínimo não os sinto mais - acho que fiquei frígido...). Enfim, esse post não tem nada a ver com a proposta do blog, mas eu tinha que escrever alguma coisa para minha consciência parar de me atormentar por uma semana (sim, assim como no filme "O Chamado", toda vez que escrevo algo pro blog um telefonema mental me diz "Seven Days!" e a contagem regressiva para o próximo post começa). De qualquer maneira, depois de terminar o projeto, se eu conseguir digitalizá-lo, vocês verão aqui no blog. Mas de qualquer maneira darei notícias.

16/03/2005

Prezado Prazer:

Outro dia andando na faculdade à noite uma coruja acompanhou-me do ar por um não tão breve período de tempo. Quando a vi, pensei: "que legal!", mas pouco depois me veio um medo instintivo. A coruja me olhava como se eu fosse sua presa. Da mesma maneira, quando estou andando na rua e um cachorro decide me acompanhar, uma de minhas primeiras reações é um ligeiro temor. Uma vez na praia (em Porto Seguro), fui perseguido por um cachorro. De início eu não queria fugir dele. Mas não havia tempo para decidir se era melhor esperar ou correr: ele vinha correndo em minha direção. Em qualquer outra situação, EU poderia ser o predador: aquela coruja serviria um belo (embora não tão farto) churrasco. O cachorro também (nunca acreditei naquela história sobre pulmão de cachorro). E nesses casos, mesmo que ele olhasse para mim, eu não seria capaz de sentir medo. Entretanto, não sendo um apreciador de carne de coruja (Porque não? Não sei, nunca experimentei), aquele olhar me desencadeou um medo instintivo de presa. Quem sabe um dia não possa eu me livrar desse aspecto irracional de minha personalidade? Espero um dia poder desfrutar plenamente do prazer submisso, do prazer passivo, do lânguido prazer da presa.

15/03/2005

Não sei o que está acontecendo comigo...

Mas é algo que consegui converter em energia produtiva, para um poema satírico (eventualmente voltarei a escrever contos que é o que eu prefiro escrever)
Não tem nada a ver com nada que eu tenha passado esses dias, a não ser talvez um debate com tema "a mulher e a mídia" que tive hoje.
Ainda sobre o poema, um dia discuti com meu amigo sobre a construção da sentença "a ponte do rio que cai". É uma construção muito boa, com potencial para uma frase engraçada como "Quem é o filho da puta que late?" Então hoje, depois de muito tempo, fiz um poema no qual caberia essa frase exatamente como ela veio ao mundo (caberia mas não tinha cabimento colocar então ficou sem, mesmo). Sem mais enrolação, com vocês, "o poema do autor que grita"

ADACADEMIA

Die die die
Meu médico mandou só comprar produtos
Die die die
Milhões de mortas na tv gritando
Die die die
Até que só sobrem ossos e silicone

Enquanto isso meu cachorro que só come ração
Late late late
Como é bom de vez em quando choco
Late late late
Coca-cola pipoca e guaraná
Late late late

Pra não morrer igual aquela puta atriz que só pega papel de coadjuvante nas
[piores novelas
As pessoas sem força de vontade
As pessoas sem auto-estima
As pessoas que escolheram para si destinos piores
As pessoas que não saem da sala de jantar
E são ocupadas em nascer e viver (e comer)
Enquanto meu preçonal treiner só me deixa
Die Die Die
Nou peim nou gueim
Nessa vida a gente tem que se esforçar
Quem não chora não mama
Quem não late não perde.

13/03/2005

Afinal finalmente fina poesia

Oi. Estou ao mesmo tempo muito feliz pela Paula Corrêa (a poetisa cujo link para seu blog encontra-se na barra da direita (na parte "Blogs de pessoas que admiro")) e triste por estar longe de todo mundo, aqui em São Carlos. Feliz por ela porque ela apareceu não em apenas uma, mas em duas matérias do famigerado e famigerante caderno LINK do Estadão. Embora isso tenha acontecido Segunda Feira, eu só pude ler as reportagens nesse final de semana, ao visitar São Paulo.
Então, nessa onda de poesia, acabei fazendo uma também. Talvez a poesia mais agressiva que já escrevi - é quase um insulto politizado poetizado, semicriptografado. Sim, (vocês já devem ter percebido que eu adoro começar uma frase com "Sim,") nesse tribunal do rei escarlate cansei-me de ser o réu e resolvi julgar (-risada diabólica-).

Defecção (Cor Eu) em Si Maior:

A cor do social mudou de cor.
É a cor do pessoal que faz tudo virar bosta
Pessoal da privada: defecação.

A cor do social
Com trato social
Diferenciado
Vvery Vvip ffu uaghch!
Verde Catarse. Saúde!
O que for Ceará (Cor onerado)

Uniremos e Urinamos
Pela invasão marxiana
Pra DESTRUIR de vez
Esse planeta dos Macarthos
Mas a cor da minha filha (não sejamos ingênuos)
E veja a cor da situação:
Sinal Vermelho pra sina Vermelha
Cor por ações (e ações) que avermelham e amarelam nosso planeta (Azul)
Planeta de Mc Cacos

Salve-salvemos as ações e cores que sabemos de Cor
E as pessoas de Cor
Salvemos nossa população de ira
E nossa constituição traída, oca
Busquemos a reta, a rente
Emos sem medo
Ramos como céu pra buscar...
Não deixemos de ar em nossos pescoços tados pelo por ativismo
Ódio à ja brasileira de nos rompidos
(-todos nós somos até que tudo mude)

11/03/2005

O intertexto no hipertexto (8/3/5)

Já imaginou como eram as coisas antes dos livros? As pessoas transmitiam conhecimento oralmente. Isso significava que ao longo da vida uma pessoa adquiria conhecimento e construía a si mesma, porém, sua existência estava atrelada ao contato que tinha com as outras. Ou seja, a pessoa era finita e instantânea. As gerações iam aos poucos deteriorando a imagem do indivíduo, até que não restasse nada a não ser suposições. Depois inventaram o registro (livro), de modo que uma pessoa podia adquirir conhecimento e transmitir-se através da escrita. Sendo assim, uma pessoa era finita e momentânea, podendo perdurar algumas gerações, e se fosse alguém importante, duraria mais (com baixíssimas probabilidades de se tornar eterna, como Sófocles). Então houve a grande revolução: a imprensa. Agora uma pessoa podia transmitir-se através de livroS, podendo ser múltipla e eterna. O acesso aos livros era maior. Mais pessoas guardariam o indivíduo. Agora, séculos depois, chegamos ao próximo passo: o "hipertexto" (se bem que meu estilo "clean" com raros links ou imagens poderia até ser chamado de "hipotexto"...). Com o hipertexto podemos ser mais do que múltiplos e eternos: somos infinitos e eternos. Não sei se já mencionei isso anteriormente, mas a internet é o mais próximo que temos da idéia de Deus - onipotente e onipresente. Fazendo parte dela torno-me uma partícula de Deus (alias, "Partículas de Deus" é o nome de um livro que trata exatamente disso - ficção, mas com interessantes aplicações na vida real, com frases que têm um quê de Bernard Shaw, misturado talvez com algo de Lord Henry WOTTON (mas ninguém supera Henry Wotton - senão meu blog seria www.shaw.blogspot.com)). Pois é, esse meu blog perpetua meu "eu 18 anos" - daqui algum tempo relerei esses textos e saberei quem fui (essa é uma dúvida que eu sempre tive em relação a outras idades).
Intertexto é muito bom mas já teve seu tempo. Anacronismo meu. Agora darei notícias da vida política na universidade. Lembram-se de quando eu falei que havia 1% de presença nas palestras politizantes/politizadas? Agora passei a fazer parte de um grupo chamado TOD@S - Coletivo contra opressões. É o mesmo grupo que trouxe os palestrantes que discorreram sobre descriminação por gênero (aliás, escrevo nos 20 minutos finais do Dia Internacional da Mulher, parabéns a todas vocês! (o blog só vai ser atualizado depois - sem internet fica difícil)), opressão contra a diversidade sexual e preconceito racial. Dos 3000 estudantes de graduação da USP de São Carlos, quantos fazem parte do grupo? Acertou quem chutou 0,2% (pra quem fez a conta direitinho deve ter dado 6 estudantes - isso contando eu). Ao menos pude ter o alívio de saber que não são militantes da extrema esquerda (ufa! discussão sem dogmas nem prepotência é muito melhor). Pois hoje me despeço cedo, (a)guardando assunto para o outro dia que está por vir (e apenas o que ainda não é que acaba). abramo6@estadao.com.br - esse é o meu e-mail mesmo, não se avexe e escreva-me (ou no mínimo, NO MÍNIMO, comente o blog... é tão simples!).

Obs: Apesar de parecer, eu não fiquei mais de uma semana sem escrever para o blog. Eu fiquei é sem atualizá-lo. Mas agora que tenho internet (11/3/2005) isso não irá se repetir.

03/03/2005

Inteligência e Racionalidade

Hoje tivemos uma palestra sobre inteligência artificial, bastante elucidativa em relação a esses conceitos que tanto nos confundem, como inteligência ou racionalidade. Tenho aqui em minhas mãos a definição absoluta definitiva desses conceitos. Nunca mais irei me confundir.
Inteligência: do ponto de vista da inteligência artificial, existe um teste que prova que uma máquina é ou não inteligente, chamado "Teste de Turing" (que ficou mais conhecido depois do livro Neuromancer, de 1984). De acordo com um teste, um computador é inteligente se ele consegue se passar por ser humano. Ou, para citar a apresentação "Powerpoint" da professora, "Ser inteligente é atuar como humanos" (estava escrito exatamente assim, inclusive o sublinhado no espaço entre "atuar" e "como"). Pois então, com o conhecimento que tenho de máquinas que corrigem gramática, tenho certeza de que elas não cometeriam esse erro de concordância (se não é um erro de concordância, então nenhum homem é individualmente inteligente). Entretanto, sendo não cometer esse erro um ato cartesiano previsível, não cometer esse erro é ser menos humano. Daí podemos tirar a conclusão de que SER INTELIGENTE É ERRAR (ou, se preferir, ser inteligente é ser "burro"). O homem se acha medida para todos os valores, e por isso todos os seus conceitos de inteligência são tão egocêntricos. Há muito que o homem tenta medir sua inteligência, e para isso sempre criou métodos de medição que usam como modelo de inteligência a si mesmo. Por isso já houve tantas pesquisas indicando que o homem europeu é mais inteligente do que os afro-descendentes ou os nativos americanos. O método de Turing corresponderia a esse teste de QI inválido, dogmático. Talvez precisássemos eventualmente de uma "antropologia computacional" para decidirmos o grau de inteligência de máquinas a partir dos valores das próprias máquinas. Agora, se esse conceito de inteligência (atuar como humanos) já gera tanta polêmica, nem ousarei sugerir que conclusão poderíamos tirar do conceito de RACIONALIDADE dado pela palestrante: "Racionalidade = capacidade de alcançar sucesso esperado na execução de uma tarefa". Puxa, ainda bem que essa era uma palestra sobre máquinas, e não uma aula de filosofia. Mas no fundo, a verdade é que as máquinas têm a tendência a se tornarem melhores que nós, desde o fatídico ano de 1997, quando Garry Casparov e Deep Blue duelaram em uma espécie de tourada na qual nós fomos o touro. E éxatamente para essas touradas que escolhi (... esse lhi tem uma sonoridade tão estranha...) estudar para a profissão de engenheiro mecatrônico. Minha sina será fazer máquinas que vençam os homens em todas as disputas competitivas não violentas (como corridas de autorama).
Mas, superiores ou não, as máquinas são uns seres extremamente engraçados (do ponto de vista auto-irônico mesmo). A palestrante nos mostrou uma planta do laboratório de ciências matemáticas e computação do campus. Depois ela havia montado um robô que iria, autonomamente, passear pelo laboratório, captando o ambiente com seus sensores, e a partir dos dados coletados montar uma planta do laboratório. "E esses foram os resultados" - quando ela passou o "slide", um desenho abstrato apareceu na tela. O robô não percebeu que tinha dado uma volta de 180º ao final do corredor, então considerou seu caminho de volta como um novo ambiente, transpondo a "planta da ida" à "planta da volta", fazendo de seu mapa um rabisco. O mais engraçado é saber que eu faço a mesma coisa. Voltando de uma (das muitas) festa, também não percebi o quanto havia virado, e acabei desembocando no lado oposto ao que eu deveria chegar para voltar para casa.
Manterei o blog atualizado, sempre incorporando o máximo de novas informações possível, portanto, passe manteiga "no tribunal do rei escarlate" de vez em quando para manter o contador de presenças tickando (já tenho mais de cem visitas! Beberei uma cerveja em homenagem a isso na festa de hoje).
"não vozes que seis de comem tardes" (tradução = comentem). Um babaço, Daniel Abramowicz (o mais novo caipira)

02/03/2005

Dose semanal

Post escrito dia 3/2/2005, quando ainda não tinha internet:

Encomeço: Depois de um longo período (uma semana) de abstinência dessa droga chamada "blog", resolvi cumprir minha promessa de posts semanais mesmo não tendo internet. São 7:20 da noite, o Sol já se pôs (ou melhor, a Terra já se pôs de costas ao Sol no lugar onde estou), ouço barulho de crianças e meu primo no telefone ao fundo. Estou no quarto de um outro primo, escrevendo no computador mais potente que já usei na vida, olhando ao redor posso ver a bagunça pela qual sou responsável. Por que estou dizendo todas essas coisas desimportantes? Sei lá, não encontrei explicação lógica plausível. Meu objetivo era estabelecer de alguma maneira uma ponte com o que eu pretendo falar (escrever, digitar), mas não consegui. Então pulemos toda essa enrolação.
Fiz uma viagem de formatura do terceiro colegial para Porto Seguro, onde me deparei com o auge da mediocridade da minha geração. É uma viagem que apenas os privilegiados financeiramente podem fazer, e durante as "temporadas", lota a cidade baiana (que de Bahia não tem nada) com seus sonhos vazios, que são exemplificados ao limite pela frase de uma ex-colega, quando em uma "balada" over-cara aqui em São Paulo mesmo (eu falo "aqui" mas eu estou em São Carlos): "Que bom que a vida fosse só isso...". Agora, passando para a vida universitária, imaginando encontrar pessoas mais adultas, me deparo com as mesmas crianças de Porto Seguro, com sua recepção "calourosa" (trote) que expõe novamente seus sonhos vazios e sua ideologia machista. Sinto muito os que ficam ofendidos com isso. Todos, mesmo as pessoas mais inteligentes, mais sensatas que encontrei, me disseram "aproveite o trote", coisas do tipo. Mas é impossível aproveitar de maneira sincera o trote. Para quem não sabe, eis a explicação dO QUE É O TROTE: Trote é a exaltação, dentro de um ambiente supostamente educativo, da maneira cartesiano-militar de vida. Não mais do que isso. No trote aprendemos a obedecermos e sermos humilhados pelos veteranos que assim decidirem. Nele aprendemos que o coletivo é mais importante do que nós mesmos, mas que o coletivo é o que os veteranos pensam e não pode ser contestado. É claro que tem um lado bom no trote: colocados em uma situação de submissão e ausência de autonomia, acaba ficando muito mais fácil não sermos tímidos e fazermos amizade com as pessoas ao nosso redor. Não estou sendo irônico, o trote incentiva sim a amizade. O que contesto aqui é que, para isso, não seria necessário reduzir os "bixos" a bixos. Minha dica para os que um dia passarão por isso (a USP é legal, eu recomendo): Vocês não precisam aproveitar o trote. Mas finjam que aproveitaram. Se um veterano olhar para você, esboce um sorriso hipócrita e uma cara de "amo muito tudo isso". Mas aproveite sinceramente a oportunidade de conhecer pessoas.
Enmeio: Mas nem tudo é carnaval nessa tentativa frustrada de bacanal que é a semana inicial da faculdade - ainda existe luz no fim do túmulo: umas 4 palestras optativas abertas aos 3000 graduandos do Campus São Carlos da USP. Palestras que discutem opressão (inclusive o machismo desse campus composto 98% de homens, facilmente perceptível pelo concurso "miss bixete"), democracia, etc, com 1% de presença (sim, a cada uma das palestras compareceram 30 alunos em média). Essas palestras me provaram que existem alunos sérios, realmente interessados em mudar o mundo, ou ao menos compreendê-lo. Mesmo que a maior parte deles sejam extremistas de esquerda dogmáticos que são tão preconceituosos quanto os que pretendem atacar. Mas o que importa é que essas palestras todas foram organizadas por alunos, ou seja, eu tenho o poder de mudar o mundo através das organizações do centro acadêmico - e existem muitas possibilidades, desde artísticas até políticas.
Em tudo isso ainda existe mais um lado B (om): TODOS os dias (ou melhor, noites), sem exceção, em algum lugar dessa cidade (às vezes em mais de um lugar ao mesmo tempo) existe uma festa. E as festas são abertas a todos.
Mas uma coisa me assustou quanto ao meu curso: uma palestra de um banana formado em mecatrônica (ou algo assim), dizendo que é necessário estudar mas também é necessário trabalhar o lado político, pois as amizades que fazemos aqui determinam muito de nosso sucesso profissional. Um homem que faz amigos para ganhar dinheiro e ainda se diz "de sucesso" - esta aí um profissional que eu não quero ser.
Enfim: Espero que vocês continuem a visitar meu blog semanalmente, "na metida do possível" atualizarei essa página, enviem e-mails para abramo6@estadao.com.br, comentem, rotulem, trepem, etc.